Família cristã é brutalmente espancada por muçulmanos por negar casame

11/09/2018

A intolerância religiosa parece não ter limites, bom senso ou qualquer noção de civilidade quando praticada em nome de algumas crenças. Essa realidade é bastante conhecida pelos cristãos que vivem no Paquistão, oficialmente conhecido como uma “República Islâmica”, país localizado ao Sul da Ásia.

Segundo informaUm dos casos mais recentes ocorreu no dia 18 de agosto, com uma família chefiada pelo pai Alvin John. Ele e seus filhos foram espancados por se recusar a permitir que sua filha de 19 anos fosse forçada a se casar com um muçulmano.

“Eu mudei minha família para esta casa alugada há cerca de 10 meses”, disse John ao ICC. “No início, nos pediram para sair por conta de alguns vizinhos muçulmanos, devido à nossa fé cristã. Mas desde a Páscoa, fomos pressionados, ameaçados e provocados.”.

O patriarca contou que desde então os muçulmanos ficaram assediando moralmente a filha dele, fazendo propostas para o casamento mesmo sem a disposição da jovem.ções da organização Internacional Christian Concern (ICC), que monitora casos de perseguição religiosa em várias partes do mundo, uma sucessão de ataques contra os cristãos no Paquistão têm revelado o quanto essa população está sofrendo para vivenciar com liberdade a sua fé em Jesus Cristo.

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27/04/2016

Uma exposição frequente à luz durante a noite pode favorecer a depressão e causar problemas de aprendizagem e memória, conclui um estudo feito pela Universidade Johns Hopkins, nos EUA. A pesquisa foi publicada na edição da revista "Nature" desta semana (veja o vídeo).

Essa interferência da luminosidade, segundo os autores, pode ser desencadeada tanto por uma lâmpada acesa quanto por um computador ligado. Com o atual ritmo de vida de muitas pessoas, que tendem a ficar até de madrugada na internet ou trabalham por turnos, cresce a carga de cortisol – o hormônio do estresse – liberada no corpo.

O trabalho com roedores, coordenado pelo biólogo Samer Hattar, demonstrou que células sensíveis à luz localizadas na retina – região no fundo do olho onde as imagens são projetadas e traduzidas – se ativam pela luz brilhante e prejudicam o centro do cérebro responsável pelo humor, pelo aprendizado e pela memória, chamado sistema límbico.

Os animais foram submetidos a ciclos de 3,5 horas de luz e, em seguida, 3,5 horas de escuridão.

"É claro que você não pode pedir que os ratos digam como se sentem, mas vimos um aumento no comportamento depressivo deles, incluindo a falta de interesse por açúcar ou pela busca de prazer", diz.

As cobaias deprimidas também se movimentavam menos, não aprendiam mais tão rapidamente nem se lembravam das tarefas. Além disso, esses ratos não demonstravam interesse por novos objetos, em comparação com os bichos que ficaram no escuro.

Segundo Hattar, os seres humanos têm esses mesmos receptores nos olhos, o que faria com que os efeitos fossem muito semelhantes.

Até então, os cientistas já sabiam que dias mais curtos no inverno podem desencadear nas pessoas uma forma de depressão conhecida como "transtorno afetivo sazonal", que pode ser tratada com uma simples e regular exposição à luz.

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 Locutor no Ar

Bispo Jeronimo Lobo

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